quarta-feira, 28 de dezembro de 2011

Tirando o mofo...

Antes de começar a escrever qualquer coisa, reli os posts antigos. Engraçado como boa parte das coisas que escrevi parecem tão distantes, agora. É como se outra pessoa tivesse vivido tudo aquilo. Uau!

Quase tudo mudou. Quase tudo mesmo.

Esse ano, minha vida amorosa foi um tanto quanto tumultuada e eu... (fiquei dois dias pensando em como escrever sobre tudo o que passou durante esses últimos meses, e cheguei a conclusão de que...) não quero falar sobre isso. Talvez daqui um tempinho. A vida profissional está indo bem. Continuo na Fundação Casa no próximo ano e tenho que admitir que é uma experiência mais rica do que eu pensava. Quanto à faculdade, será o último semestre, finalmente! Comecei a rever meus amigos e minha família, que eu havia me afastado por N motivos.

Resumindo, eu sinto que minha vida está tomando um rumo bacana. Estou feliz e pronta para 2012.

segunda-feira, 14 de novembro de 2011

Volto já!


Tem muita coisa acontecendo agora e estou tentando deixar tudo "no jeito".

Volto já ;)

segunda-feira, 10 de outubro de 2011

E no dia das crianças...



Ahhh o dia das crianças vai se aproximando e eu fico igual a uma boba lembrando de coisas que aconteceram comigo quando eu ainda era criança! Acho que isso acontece com todo mundo, né?






Eu lembro de uma barraquinha da Turma da Mônica que eu ganhei da minha mãe e dentro dela ficavamos eu, o Rodrigo e a Fernanda brincando de restaurante!






Lembro de brincar de Barbie com meu sobrinho e como aquilo incomodava meu irmão, ele ganhou os bonecos do Chitãozinho e do Xororó! Huahauhauhauhahu!






Lembro de andar de bicicleta e cair quando esquecia que não dava pra subir com ela na calçada!






Lembro de fingir que ia fugir de casa e me esconder dentro de uma caixa de papelão!






Lembro de "falar" com as minhas bonecas oO'.






Lembro que minha mãe insistia em deixar meu cabelo como o de um poodle!






Lembro de ter um clubinho em que fazia bonecos de garrafa e vender por preços absurdos! Hauhauhauhauah!






Ahhh, lembro de tanta coisa! Mas principalmente, lembro das fotos que eu odiava tirar e fazia cara de Trakinas, como essa aí em que estou com a guita rosa xD






Espero que, quando eu tiver meus filhos, eu consiga proporcionar a eles lembranças tão boas quanto as que eu tenho...






;)






quinta-feira, 8 de setembro de 2011

Aloha!


Há muito tempo não me sinto tão cansada. Não que faça tanta coisa com meu tempo,
mas o pouco que tenho feito tem sido extremamente desgastante. Na última terça-feira,
aconteceu uma rebelião lá na Fundação e sinceramente, fiquei bastante assustada. A parte boa é que
(fora alguns dos próprios meninos, o que era de se esperar), ninguém se machucou.

Sinto muita saudade dos amigos e das brincadeiras na faculdade, mas pensar que ano que vem estarei de volta é reconfortante.

Não tenho saído muito... Quer dizer, não para baladas. Tenho visto muitos filmes e saído bastante com meu noivo pra almoçar e jantar em lugares diferentes (aliás, numa sexta-feira conhecemos um senhor, Samuel, e pegamos telefones de contato para quem sabe, caso ele aceite, possa tocar no nosso casamento!). Procurei algumas academias e professoras de dança,
mas por algum motivo penso que ainda não é a hora certa.

Algum tempinho atrás eu estive um pouco esquisita... pensei até que poderia ser uma depressão leve chegando e pra ser sincera, ainda não descartei esta hipótese. Tenho tentado diminuir os "sintomas" me alimentando melhor e ajudando meu sono com um chazinho de camomila toda a noite. Tem ajudado. Não muito, mas tem. Nunca tive dores de cabeça tão fortes!

Adotei uns hobbies: desenhar, pintar, ler livros mais leves (Aliás, terminei "Madame Bovary" e comecei "Querido John" - que apesar do meu preconceito com best-sellers, eu ganhei de um amigo especial), ouvir muito MPB, usar mais o meu difusor e os vários incensos que tem aqui em casa. Tenho tentado fazer origami, ler livros relacionados a artes e outras coisinhas assim.

Ahh, a questão do casamento! Estou num misto de ansiedade, medo (o medo bom e saudável) e felicidade. Vou me limitar a dizer que se tudo correr conforme a nossa vontade, ano que vem serei uma mulher casada!

terça-feira, 23 de agosto de 2011

Novos ventos...

Acredito que eu consigo definir o momento que estou passando, misturando saudade com o sentimento de mudança.

Não consegui refazer rematrícula na faculdade porque tive um problema burocrático com uma resolução da Uninove, estão... só no próximo ano. É ruim, pois ainda não vou conseguir me formar este ano como queria e assim, vou atrasar meus planos. A parte relativamente boa (seria egoísmo dizer que é totalmente boa), é que o Ronaldo, o Jefferson e o Sérgio tiveram o mesmo problema que eu. Resultado¿ Todos nós na mesma sala ano que vem, junto com a Marilda e a Rita. Pra melhorar, só se a Ana Paula fosse também rs!

Sai semana passada da empresa SustentaX, com um aperto no coração tremendo! Saudades da Sú, da Jô e até do chato do Fernando! Mas a vida é assim, eu era estagiária e já sabia que não iria durar para sempre. Ainda na semana passada, na quarta-feira, aconteceu a atribuição da Fundação Casa e eu fui. Resultado: Sou a nova professora de lá! Devo dizer que ser revistada todos os dias e passar por detectores de metais não é muito agradável, mas... faz parte!

Aqui em casa está tudo bem tranqüilo e os planos de casamento com o amor estão ficando cada vez mais concretos. Acredito que no próximo ano, muita coisa irá mudar. Estou ansiosa!Tenho tido crise de ansiedade. Choro, fico tremendo e me sinto muito mal.Talvez depressão ou algo do tipo, mas vou marcar médico pra ver o que tenho...

Ufa, por enquanto acho que é só isso. Tenho passeado bastante e até acordado mais cedo pra aproveitar melhor meu tempo.

E assim, vou vivendo...

terça-feira, 19 de julho de 2011

I'm back, baby ;D


Faz mais de um mês desde a última vez que postei aqui! Muita coisa tem acontecido e por isso fiz essa montagem mega amadora pra poder me ajudar a resumir. A maior das novidades é que estou noiva *_*! Sim, um doido que pretende me agüentar pro resto da vida dele! Na foto (com a péssima resolução do meu celular), a aliança da frente é a de namoro... a de trás, bom... ficou óbvio ;D

Além do noivado, nesse mês aconteceu a festa de aniversário/festa junina da Jéssica em que conheci a Joyce que é mulher do meu amigo de faculdade Ronaldo, o Victor (vulgo Muca) veio aqui em casa comer a massa da minha mãe, fui LITERALMENTE seqüestrada pelo amor, em plena terça-feira a tarde a caminho do trabalho, pra ir no cinema ver “Se beber não case 2”, finalmente terminei de ler Hamlet e recuperei uma lembrança valiosa: foto da minha formatura do 3º ano do colegial no Catalano *_*. Fiz prova e entrevista na Fundação Casa (Sim, a antiga Febem), fui considerada apta e estou ansiosa esperando a lista dos professores convocados.

Recentemente fiquei doente e passei uns dias tomando soro e muita sopa além de ir no hospital e monopolizar a atenção do amor por dois dias ... rs! Daqui em diante, tenho vários planos com amigos e família, que vou contando aos poucos.

domingo, 12 de junho de 2011

William Shakespeare, Sonho de uma noite de verão,ATO I,Cena I


[...]

HELENA - Eu, formosa? Desmente-te depressa. Ama Demétrio a tua formosura; nesses olhos encontra a
luz mais pura; acha ele em tua voz mais melodia do que o pastor na doce cotovia, quando o trigo nos
campos enverdece e o pilriteiro de botões se tece. Se, como as doenças, fosse contagiosa também a
formosura, eu, jubilosa, me fizera infectar, ó Hérmia bela! de teus encantos, sem maior cautela; com tua
voz ficara nos ouvidos; teu olhar, nestes olhos combalidos; tua fala de música esquisita consolidar viria a
minha dita. Se o mundo fosse meu, ficando fora Demétrio, de todo ele, sem demora, me desfizera, caso
conseguisse tua beleza obter, tua meiguice, porque sendo, como és, o meu contraste, seu coração bondoso conquistaste.

HÉRMIA - Faço-lhe cara feia, ele me adora.

HELENA - Tivesse eu risos feios desde agora!

HÉRMIA - Digo-lhe doestos, e ele amor me vota.

HELENA - Quem me dera na voz tão doce nota!

HÉRMIA - Vai de par seu ardor com o meu desdém.

HELENA - Com o seu desprezo o meu amor também.

HÉRMIA - De tal loucura a culpa não é minha.

HELENA - É de tua beleza. Fosse a minha!

HÉRMIA - Coragem! Por mais tempo ele não há de fazer juras com tal tenacidade, que eu e Lisandro, há
um momento, apenas, resolvemos fugir, sem mais, de Atenas. Para mim era Atenas o paraíso, quando
não me encantara o seu sorriso. Como é terrível este fogo interno para, assim, transformar o céu no
inferno!

LISANDRO - Não queremos, Helena, ocultar nada: amanhã, quando Febe a luz prateada nas águas
refletir, cobrindo a relva de pérolas e encanto dando à selva, hora mais que propícia para a fuga de quem,
como nós dois, o amor conjuga, eu e Hérmia combinamos da cidade deixar as portas, rumo à liberdade.

HÉRMIA - Naquele bosque em que, sobre canteiros de primavera, instantes tão fagueiros passamos
tantas vezes, atenuando com nossas confissões este ardor brando, eu e Lisandro, que minha alma adora,
nos reuniremos ao raiar da aurora. Se em Atenas não temos pouso amigo, alhures acharemos grato
abrigo. Reza por nós, minha querida Helena, e com Demétrio encontres vida amena. Cumpre, Lisandro,
agora o prometido por mais que te angustie o dolorido coração: do alimento dos amantes privaremos a
vista alguns instantes.

LISANDRO - O voto hei de cumprir, minha Hérmia bela.
(Sai Hérmia.)
Formosa Helena, adeus. Como eu a ela, possa Demétrio ser-te dedicado, transformando em ventura o teu
cuidado.
(Sai.)

HELENA - Como é possível que a felicidade possa reinar em tal desigualdade! Em toda Atenas sou
considerada tão formosa quanto Hérmia; mas a nada quer Demétrio atender. Ele, somente, ver não pode
o que enxerga toda a gente. Erra ele ao se deixar pender do lindo semblante de Hérmia, tal como eu,
caindo em igual erro, prendo o coração na sua compostura sem senão. As coisas baixas, sem valia
alguma, de crassas deixa o Amor leves qual pluma. O Amor não vê com os olhos, mas com a mente; por
isso é alado, e cego, e tão potente. Nunca deu provas de apurado gosto; cego e de asas: emblema de
desgosto. Eterna criança: eis como é apelidado, por ser sempre na escolha malogrado. Como os meninos
quebram juramentos, perjura o Amor a todos os momentos. Assim Demétrio, quando Hérmia não via, me
granizava juras noite e dia; mas ao calor do seu formoso riso dissolveu-se de súbito o granizo. Da
formosa Hérmia vou contar-lhe a fuga. É certeza: no bosque ele madruga, para segui-la. A mim essa
notícia vai ensejar de vê-lo a hora propícia. Se o vir na ida e na volta, de corrida, feliz me considero e
enriquecida.





.

Feliz dia dos namorados!

quinta-feira, 26 de maio de 2011

Explicando...


Muitas coisas tem acontecido ultimamente. Final de semestre na faculdade deixa qualquer universitário doidinho, rs! Mas vai valer a pena!

Ótimos momentos com as pessoas que me cercam, embora tenha pouco tempo para aproveitar de verdade. Ahhh o tempo... meu dia teria que ter no mínimo 30 horas para que eu conseguisse fazer tudo o que quero.

Mas até que tenho me virado bem com as minhas simples 24 horas.

Sorte, sorte, sorte pra mim e pra você ;)

quarta-feira, 18 de maio de 2011

A polêmica do livro didático.

Acho que todo mundo já ouviu algo sobre a polêmica que causou o fato do MEC (Ministério da Educação) endossar um “erro” de português. A mídia sensacionalista (que, diga-se de passagem, representa os interesses da elite), espalhou esse fato mas não trouxe - quase que ninguém – para discussão.

Do livro, vi apenas fragmentos. Sendo assim, não sou a favor e nem contra. Talvez o comoabordar o assunto de variedades lingüísticas tenha sido equivocado, mas o que parece é que a proposta é que ela seja o único meio de comunicação numa determinada sociedade.

Sendo a língua utilizada como faculdade humana que permite que o sujeito apreenda o mundo e expresse seus pensamentos, então, para mim, está correta. Porém, se discutida como parâmetro social e domínio de estrutura e uso, o foco é diferente.

Não estou dizendo que não se deve mostrar que existe essa variação, até porque não podemos pensar no ensino de língua que não tenha heterogeneidade. Não se pode pedir que o sujeito que sai de uma realidade que não faz parte da elite pense que o que ele tem dito até hoje está errado. É uma violência não reconhecer que na oralidade somos mais inventivos, mais criativos. O que eu quero dizer, na realidade, é que a escola é o espaço propício de reflexão para que o sujeito entenda que não há certo ou errado (esse tipo de conceito é sempre preconceituoso e a língua, como instituição social, não trabalha nesse tipo de valor), mas existe o contexto. A obrigação da escola, como instituição burguesa, é ensinar a língua padrão para que o aluno consiga não só transitar em espaços diferentes daquele que já foi introduzido de nascença, mas que também possa se defender dela. O problema real é quando o ambiente escolar desconhece que o sujeito é poliglota dentro de sua própria língua.

E usar a língua padrão para se defender exatamente de quem? Da própria elite!

Siiim, a elite! Alguém aí já parou pra pensar que esse “erro” pode ter um propósito muito maior do que ensinar uma variedade lingüística?

Estabelecer um nível de distância entre a classe dominante e a classe dominada! Claro! A língua padrão tem prestígio porque representa uma classe social. Já repararam que só é estranho o que a elite acha estranho? Quer um exemplo? Olha aí:





E aí, algo estranho? Não? E a crase? Pois é! Faltou a crase na frase. Seria: Barack Obama fala à Veja. E agora, por que será que isso não teve repercussão? Bom, a Veja é uma revista que tem como público elitizado. Pois é, a elite pode, né?

Eu não falo a língua padrão o tempo inteiro. Ninguém fala a língua padrão o tempo inteiro.

Mas as verdadeiras questões são: Como mostrar nos livros didáticos essa variação? Como a escola deve lidar com a diversidade no ensino didático? E para quem, como eu, ainda não conseguiu analisar o livro de perto, deve-se refletir: Em torno de que discussão o livro discorre? Qual a proposta de análise que ele oferece ao professor?

Enfim, a questão não é estar ou não no livro. É a legitimidade da língua.

Mas essa é só minha opinião =)

quinta-feira, 12 de maio de 2011

"O Morro".


Sou uma pessoa curiosa. E isso muitas vezes pode ser ruim. E foi assim que eu conheci, por uma colega de faculdade, a versão MTV de “O morro dos ventos uivantes”.

Só pela capinha do DVD, já uma coisa um tanto quanto intrigante: O Heathcliff loiríssimo, quase o irmão desaparecido da Xuxa.

Ah, detalhe: nessa versão, ele é simplesmente Heath. O Hindley é Hendrix, o Edgard é Eddie, Isabella é Isabel e a Kathy... bom, ela é Cate mesmo. E O Morro dos ventos uivantes é só “O Morro”, claro, até porque é uma casa na praia.

E gente, olha o papo estranho que rola logo no início do filme:

Cate: "Eu te amo e juro que se vc me abandonar, eu te mato".
Heath: "Eu ressuscitaria e te mataria pra ficarmos juntos".
Cate: “Se você me matar, eu volto pra te assombrar”.
Heath: “Promete?”.

Cara, foge! A mulher vai te matar! Ela tem no mínimo um probleminha! Tá, até esse momento, era de se esperar uma coisa assim da versão MTV.

Bem, algumas cenas adiante, Eddie encontra Cate após um acidente de carro. Ela estava desacordada e ele a pegou nos braços e levou até sua casa. Agora, imaginem a cena: uma família jantando. Um cara chegando com uma mulher ferida nos braços. Há a mesa de jantar e alguns sofás e poltronas. Onde ele a coloca? No sofá ? NÃÃÃÃÃÃO! Ele tira os pratos da mesa e joga ela lá. Sim, ele JOGA! What a hell?!

Após a crise de risos, continuei a assistir... até que... do nada parece que sentei em cima do controle remoto e mudei sem querer para um filme pornô! Foi o seguinte: A Cate estava na banheira cantarolando uma bobagem qualquer e Isabel (de mini saia, diga-se de passagem), entra sem bater e já arrebata: “Deixa que eu esfrego suas costas. Nossa, você está tão tensa!”

A ceninha mais famosa do livro e que faz as meninas suspirarem não escapou da versão da MTV: “Eu sou Heath” vem em sequência da frase “Eu e ele somos uma só pessoa”. Acredito que para deixar tudo bem explicadinho, né? CLARO! Detalhe: isso aconteceu depois de um festão da Isabel na casa dos Linton.

Sutileza? Bobagem! Na cena seguinte, Cate literalmente puxa Eddie para a cama... e assim o novo relacionamento da moça é consumado!

Ah, já ia me esquecendo: todos são músicos e cantores. Bem High School Musical!

Quando o Heath começou em sua turnê, eu comecei a ficar irritada. Sabe, achei que o filme duraria menos do que realmente durou.

A única ponta de intensidade que senti no filme foi na cena em que Isabel chora em meio a uma multidão do show de Heath, quando ele dedica uma musica à Cate. A expressão no rosto dela...ela realmente parecia enlouquecida! Foram os minutinhos que prenderam minha atenção.

Bom, não quero mais falar sobre próximas cenas, só digo que... é tudo muito engraçado.

Um tempo depois, ela fica grávida, mas e aí? Quem é o pai? Quando Eddie questiona, ela não sabe responder. E olha que agora ele virou macho! Quer saber de quem é o rebento. Até a ameaçou de morte! Uia!

Definitivamente, essa mulher bebeu! Foi na beira de um... é um penhasco aquilo¿ Se enfiou numa caverna pra ter um bebê em uma gravidez de risco! E adivinha quem vai lá encontrar com ela¿ O nosso garanhão loiríssmo emo-rockstar-motoqueiro Heath! Ela dá a luz ao bebê e morre em seguida. Ok, isso já era previsto...

E o filme encerra com uma das musiquinhas água com açúcar o Heath, enquanto ele anda de moto com a filha (dele?) na garupa...

Agora, e o Eddie? Booooa pergunta!


> Na foto, da esquerda pra direita: Hendrix (Hindley), Eddie (Edgard Linton), Cate, Heath (Heathcliff), Isabel (Isabella) e... essa de vermelho aparece umas duas ou três vezes no filme e sinceramente, não sei quem é.

terça-feira, 10 de maio de 2011

Numa quinta-feira...

Antes de qualquer coisa, vou explicar:

Era uma quinta-feira, aula de Semântica, e nosso professor pediu que produzíssemos um determinado tipo de texto. Fizemos outro para entregar e esse... Bom, esse nasceu de uma brincadeira. Segue:



"Minha amada
Morreu afogada
Coitada, coitada
Afogada, afogada
Do nada, ao nada
Até nada
Um dia nada
Afogada...
Bóia, danada!"



Produzido por: Ana Paula, Jecimar, Ronaldo e Zé Luíz.

terça-feira, 26 de abril de 2011

Histórias de Páscoa.


Estou aqui um pouco mais tarde do que o normal para uma terça-feira (são 23:20, esse blogger é doido e eu não sei arrumar o horário dele! Rs!). Esse é um post que eu queria ter escrito no domingo, mas não consegui por N motivos, então vamos lá.

Eu não sou de uma família muito religiosa, então a Páscoa aqui em casa não é um grande acontecimento. Sim, tem os ovos de chocolate. Sim, tem o peixe e sim, tem aquelas histórias dos parentes mais velhos. Dessa vez, vou contar uma história que minha mãe conta todo ano e desta vez quero fazer diferente: vou escrever como se fosse ela aqui falando com vocês, vamos ver como fica.

Eu era noite de um rapaz. Um rapaz bonitão, rico e que me deu um anel grandão de diamantes que era de dar inveja, você precisava ver! Como eu sou gêmea, minha irmã também era noiva e eles eram primos (quanta coincidência), iríamos fazer um casamento duplo. A coisa mais linda! Mas depois de um tempo, eu comecei a suspeitar do rapaz. Ele vivia muito colado com a prima dele... Um dia, resolvi chegar a sua casa sem avisar! Abri a porta e dei de cara com a prima em seu colo! Ora! Isso por acaso é atitude de primos? Mas é claro que não! Não tive dúvidas: arranquei aquele diamante do dedo e joguei no colo dele! Comigo é assim! Ou é ou não é! Não tô certa?

(Pausa)

Um tempo depois eu conheci outro rapaz. Dono de restaurante e tudo o mais, mas durou pouco mais de dois meses. Sabe o motivo? Eu conheci o seu pai! É! Ah, coitado daquele outro rapaz... Chorou tanto quando percebeu que eu iria largá-lo! Mas fazer o que né? Não escolhemos essas coisas...

(Pausa, sorriso)

Quando seu pai me pediu em casamento, eu disse que só colocaria um anel em meu dedo se fosse de diamantes. E ele? Ah, ele me disse que já que era assim, eu não teria anel nenhum!

(Risos)

Não nos casamos, mas ficamos juntos os próximos trinta anos de nossa vida, até que ele faleceu... Trinta anos... isso já é um casamento não é?

Bom, eu só queria compartilhar essa historinha que já me é bem familiar.

Espero que tenham aproveitado o feriado prolongado, pois outro desse sóóó ano que vem!

Hora de descansar, essa semana promete ;D

quarta-feira, 20 de abril de 2011

Sobre a (falta de) educação


No curso de Letras a questão da educação está sempre em foco. Ao longo de três anos, temos aulas de Metodologias de Ensino, Práticas de ensino, Ética e educação, Didática, entre outras em que sempre discutimos a postura dos alunos, professores, sociedade e governo em relação ao ato de educar. Já dizia Aristóteles (e assim seguiu Paulo Freire) que o conhecimento está dentro do sujeito (maiêutica) e que o trabalho do mestre é fazer com que seu aluno reflita no todo e chegue a esse saber que nasce no processo do diálogo (dialética).

Pois bem. Depois de três anos falando sobre a educação, quero falar sobre a falta que ela faz em alguns indivíduos. E ainda vou me permitir sair um pouco do foco da educação bancária (a que se adquire nos bancos escolares). O que eu quero compartilhar hoje é sobre o que observei nesses últimos dias.

Bom, o primeiro acontecimento foi na própria universidade. Uma amiga minha é professora e também monitora de Leitura e produção textual. Eu assisto as aulas dela sempre que possível e nessa terça-feira aconteceu algo inusitado. Uma aluna dela (que, aliás, cursa Pedagogia) por algum motivo tinha que sair correndo da sala e achou que sua pressa justificaria ela bater a porta na cara de sua monitora (sim, ela literalmente bateu a porta NA CARA da monitora). Fui trabalhar pensando nisso ontem... Caramba, ela é uma futura pedagoga!

Hoje, eu tive um outro exemplo da falta que a educação faz: A vice presidente da empresa que eu trabalho precisava de mais espaço em uma mesa e jogou a caixinha do óculos de uma das meninas, no chão! Como assim?! Ela não deveria ser um exemplo dentro da empresa que o pai dela construiu sozinho ela ajudou a construir?!

Numa sociedade tão individualista, percebo o quanto o trabalho do professor é importante. Naquelas famosas reuniões de pais e mestres, você acaba percebendo que, infelizmente, pra educar os menores, antes, são alguns adultos que precisam de educação... Mas isso já é assunto pra outra postagem ;) .

P.s. Bom feriadão prolongado, galera!

domingo, 17 de abril de 2011

A Virada não vira mais...

Ai que soninho! Cheguei tarde da Virada Cultural, acordei mais cedo do que pretendia e agora estou com dificuldades para voltar a dormir. Sabe quando você tem muitas e muitas coisas na cabeça e elas ficam querendo te enlouquecer? Enfim, eu não tenho muito o que falar sobre a Virada, já que depois de pouco mais de uma hora eu desisti e fui pra Augusta, mesmo! Caipirinha, chopp (pra ele) e batata frita com a lua linda que estava, tem coisa melhor? Haha! É, a virada não vira mais...

Essa semana, principalmente no trabalho, foi bem agitada. Aconteceu muita coisa! E sexta feira eu estava mais sensível que o normal, mas também... Na minha aula de Literatura, lemos “Soneto da fidelidade”, “Soneto da separação” e “Pra viver um grande amor”. Preciso dizer mais?

Agora, é só pensar no feriado prolongado que está chegando ;D !

Bom, vou descansar que tenho um outro compromisso hoje a noite e aula amanhã cedo. Como faz?!

quarta-feira, 13 de abril de 2011

O dia em que Guimarães Rosa se revirou no túmulo.




Galera, antes de qualquer coisa, vejam:http://maisvoce.globo.com/MaisVoce/0,,MUL1658664-10345,00-MARIA+DO+BBB+ESTREIA+COMO+REPORTER+DO+MAIS+VOCE.html

Sim, você viu isso. A ex-BBB foi até a Uninove fazer graça. Nós recebemos a notícia da Professora/Coordenadora de que iríamos fazer uma brincadeira e a Globo daria algo como um roteiro para orientar. Ok. Não preciso dizer que não foi nada disso o que aconteceu, não é mesmo? A sala encheu de gente que eu nunca vi na vida e que depois fiquei sabendo que eram dos primeiros, segundos e terceiros semestres. Nesse momento o arrependimento em não ir logo trabalhar começou a bater...

O combinado era que a equipe chegasse às 12:00, mas chegaram quase às 13:00. A palhaçada toda durou quase uma hora, então vocês já conseguem ter uma noção do quanto foi cortado na edição do quadro. Mas sabe... Poderiam ter cortado muito mais! Sério!

Comparar Guimarães Rosa com a Maria?! Um dos mais importantes escritores brasileiros comparado com a Maria?! Inovações de linguagem com um o neologismo inconseqüente ?! “Grande Sertão: Veredas” com “Mariando” ?! O terceiro ocupante da cadeira 2 da Academia Brasileira de Letras e... a Maria?! É melhor eu parar por aqui...

Ah, e em relação ao século de dez anos, eu nem vou comentar... E nem sobre a postura da sala... Deixa pra lá!

A Maria foi bem simpática, apesar de ficar óbvia a falta de experiência dela como repórter. Tirou foto com a galera depois da gravação apesar do produtor ficar gritando “A Maria tem que ir, a Maria tem que ir” (santa educação!).

Vai, não vai? Vai e vai correndo, por favor!

Agora depois de assistir esse vídeo e ler a reportagem, eu peço que vocês sejam sinceros comigo: Qual a impressão que vocês tiveram dos estudantes de Letras?

Ah, fiquei sabendo agora que ela visitou o Museu da Língua Portuguesa. Alguém pare essa mulher, please!!

segunda-feira, 11 de abril de 2011

Nostalgia.


Essa foto foi tirada no primeiro ano de faculdade. Acho que puxando pela memória, consigo identificar sete pessoas que desistiram de cursar. Claro que isso não é nada, levando em conta que antes éramos em duas salas de mais ou menos trinta alunos cada. Com todas as desistências que aconteceram, juntaram as salas e formamos uma única turma grande, com pouco mais de quarenta alunos. No começo desse nosso último ano, muita gente sumiu. Alguns fizeram transferência para a noite e outros (cada um com seu problema pessoal), infelizmente parou com o curso.

Comecei com toda essa retrospectiva, porque uns dias atrás uma amiga querida tomou a decisão de trancar. Isso me fez pensar sobre todas as pessoas que eu já conheci na universidade e que tomaram rumos tão diferentes do que os pretendidos inicialmente. Das pessoas que eu lembro, uma virou comissária de bordo, outra está fazendo um curso ligado à tecnologia e o terceiro não está mais estudando, mas está feliz trabalhando na C&A! É engraçado pensar que toda essa galera aí da foto (lembrando que não estão todos aí), vai seguir caminhos diferentes a partir do ano que vem. Formados ou não, cada um irá olhar pra essa mesma foto que estão olhando agora e contar pra alguém algumas histórias sobre a graduação em Letras da Uninove.

Marilda: Já sinto sua falta!

sábado, 9 de abril de 2011

Desabafo.

O problema é comigo ou o mundo está mesmo muito doente? Olha ao seu redor, quantas coisas “erradas” e “ruins” acontecem todos os dias que fazem com que você se sinta impotente diante da grandiosidade desse mundo que te consome?

O seu coração está no lugar certo?

E esse mundo que te consome com seu ódio, falsidade, esse globo burguês que endurece o poeta de rua? Esse falso moralismo pregado debaixo de nosso nariz pelos líderes que pregam sua ainda mais falsa ideologia religiosa e constroem verdadeiras fábricas de cérebros alienados que esperam a salvação vinda “de cima”? A relação humana atingiu um grau de insignificância que tornou o indivíduo tão individualista que já é incapaz de perceber que mais do que qualquer ajuda financeira, as pessoas precisam ser ouvidas, precisam ser amadas!

Ah, o amor não, por favor!

Me recuso a acreditar que o amor já tenha se tornado algo tão banal. Ele ainda existe, por favor, me digam que ele ainda existe! Alguém aí me diz que o sentimento de completude ainda depende de um outro ser e não de uma outra coisa! Não de toda essa parafernália moderna que a mídia insistentemente mostra como um novo membro!

Pra onde foi a alma que agora se alimenta de etílicos e mascara a dor do dia-a-dia que nos engole?

Mas não, por favor, não o amor! Não facilite com o amor! Talvez seja ele a única de nossa existência sem sentido que impede que, numa tentativa de não-dor, transforme-se em mineral esse seu órgão tão menosprezado que fica no peito.

sábado, 2 de abril de 2011

Um pouquinho de futilidade faz bem!


Hoje foi dia de passeio na Augusta. E algumas comprinhas (inevitável). Gente, como eu andei! Foi divertido, apesar de querer a companhia de uma pessoinha que não pode ir. Mas tudo bem!

Agora estou pensando em amanhã: Passeio (de novo na Augusta) com a Jaqueline e a Rita, minhas letristas preferidas s2 !

E a noite vai começando com uma Smirnoff... quer?



Foto: Sick'n'Silly Store, que fica na Galeria Ouro Fino.


quinta-feira, 31 de março de 2011

Piada pronta.

Tiririca na Comissão de Educação e Cultura, Bolsonaro na Comissão de Defesa das minorias e o corrupto Assis Carvalho no Conselho de Ética. Preciso explicar? Não, né!

terça-feira, 29 de março de 2011

segunda-feira, 28 de março de 2011

Duas coisas do meu dia.

Primeiro : Dia de prova.


O professor de Literatura Inglesa ainda não estava em sala. Eu aproveitei para ler um pouco (claro, dia de prova todo mundo chega cedo), quando percebo algumas pessoas fazendo "cola" de um lado, algumas conversas paralelas... Ouvi:

- Pior que na prova dela não tem como colar. Ou você sabe ou você não sabe!

Frase dita por uma futura professora. Sem comentários.


Segundo: Trabalhando.


Eu estava praticamente dormindo na minha mesa de trabalho quando eu olho pela janela.. Que dia lindo! E eu quase que instantâneamente lembrei de uma música da Legião Urbana:

"Hoje não dá/Hoje não dá/Está um dia tão bonito lá fora/E eu quero brincar/Mas hoje não dá/Hoje não dá/Vou consertar a minha asa quebrada/E descansar"



Bom começo de semana!

quinta-feira, 24 de março de 2011

Em aula


Hoje, durante uma das aulas mais complexas da semana, a frase encorajadora da semana foi dita pela Marilda: "Eu acho que vou voltar para o prézinho...".

Olha a cara da cidadã! Hahahaaha! Quinto semestre, somos sobreviventes!


Sem mais.

quarta-feira, 23 de março de 2011

E no meu dia-a-dia...


Quem me conhece, sabe que eu praticamente viajo todos os dias. Meu martírio roteiro de metrô geralmente é Belém > Barra Funda pra faculdade, Barra funda > Sé > Paraíso > Consolação para a empresa e depois faço o caminho de volta. Isso quando eu faço tudo certinho e não mudo meu caminho, rs! Mas agora vem a bobeira do dia que eu quero contar: Hoje na estação Paraíso, eu quase fui esmagada! Me jogaram contra aquela parede preta que tem “nas costas” do maquinista (é maquinista que chama?) e sem querer eu reparei que é possível ver através daquela parede negra! Não é possível ver muito, mas o suficiente: As luzinhas do painel e o metrô pela perspectiva de quem o dirige! Parece bobagem, mas é muito bacana, principalmente quando outro trem vêm mais à frente. Só temos que tomar cuidado para ninguém te achar idiota enquanto olha fixamente para o “nada”. Hahahaha! Eu disse que começaria a olhar mais o mundo, não sei se isso é exagero...

E não acredito que postei isso aqui. Rs!

terça-feira, 22 de março de 2011

Durante a semana...




Os dias estão passando tão rápido! Mal acredito que já estamos quase no fim de Março! As coisas estão acontecendo rápido e não estou conseguindo sentir que aproveito as coisas boas que acontecem ao meu redor. Tento andar devagar e olhar mais ao meu redor. É uma meta pessoal!

Projetos para algumas mudancinhas no meu quarto suuuper sutis (Muaaah)! Talvez um mural com fotos ou imagens aleatórias bem coloridas pra me dar um novo astral e inspiração quando chegar em casa. Aliás, esta imagem de certa forma traduz como me senti durante a última semana. Parte chata da semana: Estive um pouco mal de saúde, mas estou cuidando disso. Vivo correndo e quando paro eu não como nada exatamente o que uma pessoa saudável precisa. As coisas se ajeitam.

Ahhh fica a dica: Áudio de Antologia Poética do Carlos Drummond de Andrade. Minha professora de Literatura Brasileira tocou alguns em sala, eu me apaixonei e baixei inteirinho! Eu uso o Ares... Procurei por "Drummond" e achei esse arquivo zipado com 38 poesias!

Be strong!

domingo, 13 de março de 2011

De volta!

Aos meus 15 anos, fiz meu primeiro blog. Contava coisas que aconteciam na escola e no meu cotidiano adolescente. Pouco tempo depois, criei mais alguns que por algum motivo não vingaram e desde então tenho o projeto de um que seja pessoal, onde eu possa não só desabafar como compartilhar com vocês algumas coisas bacanas!

Como introdução (e talvez para ter o sentimento de continuidade de todo e qualquer blog que eu já possa ter escrito), vou contar um pouco de como anda minha vida atualmente. Bom, vamos lá: Agora estou com 22 anos (rumo aos 23, dia 16 de Novembro), moro com mãe e irmã num bairro relativamente calmo da Zona Leste, o Belém (O Correio diz Chácara Tatuapé, mas enfim!). Sou estudante do 5º semestre de Letras da UNINOVE e como é o último ano de licenciatura, estou passando pela fase de prova/estágio/TCC/monitorias/ACC e por aí vai! Sou estagiária na empresa SustentaX que fica no centro de São Paulo, o que é ótimo já que eu adoro aqueles lados da Av Paulista! Rs! No quesito (nossa, como essa palavra fica famosa em época de Carnaval!) "relacionamentos", vou usar as palavras de Shakespeare: "Falais baixo se falais de amor", o que é, na minha modesta opinião, uma das mais certeiras e perfeitas sobre o tema. Me limito a dizer que tenho em minha mente e coração uma pessoa especial.

No geral, dizem que de longe eu pareço alguém com cara de poucos amigos, mas não é (tão) verdade. Poxa, não dá pra ser feliz o tempo inteiro, mas eu estou feliz com meu círculo de amizades e é sempre bom conhecer gente nova =D !

Bom, me desejem sorte nessa nova fase "bloguística" e aproveitem esse resto de domingo, porque amanhã começa tuuuudo de novo!